O primeiro efeito fotovoltaico foi observado ainda no século XIX, porém, no Brasil, a utilização da energia solar aconteceu, propriamente, no século XXI, com a instalação da primeira usina solar no ano de 2011, localizada no município de Tauá, no sertão do Ceará que, além de ser considerada a primeira usina a gerar eletricidade solar no Brasil, também é a primeira na América Latina.

Em 2012, houve a criação da Resolução 482 da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Essa resolução contribuiu para o avanço dos sistemas de Geração Distribuída (GD) local, além de apresentar um sistema de compensação de créditos aos consumidores.

Ainda, de acordo com o Ministério de Minas e Energia (MME), foi em 2014 que ocorreu a primeira contratação de energia solar de geração pública centralizada. No ano seguinte, o governo brasileiro realizou mais dois leilões, cuja ideia foi fortalecer a expansão da indústria solar no Brasil para uso e para reserva.

Mesmo com a implantação tardia do uso da energia fotovoltaica, a incidência de luz solar em território brasileiro é muito superior se comparada com países pioneiros na implementação da energia solar.

Em 2020, o número de imóveis com painéis solares no Brasil chegou a 30 mil, sendo Minas Gerais o estado com maior capacidade fotovoltaica. Logo em seguida, vêm o Rio Grande do Sul e São Paulo. A expectativa é que, até o ano de 2024, o território brasileiro conte com cerca de 887 mil sistemas de energia solar instalados.

Os inúmeros benefícios da energia solar estão conquistando cada vez mais consumidores, aliviando as despesas da população com gastos, muitas vezes, exorbitantes, e diminuindo a carga de operação da matriz energética brasileira, economizando água dos reservatórios das hidrelétricas e reduzindo o uso de termelétricas caras e poluentes, auxiliando na economia do país e preservando o meio ambiente.

POR: DIANA DANIELE

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