Albert Einstein é conhecido por sua famosa Teoria da Relatividade. Porém, contribuiu de maneira significativa para os estudos sobre energia solar, e também para o que hoje conhecemos como efeito fotovoltaico.

Einstein foi ganhador do Prêmio Nobel de 1921 com a descoberta do efeito fotoelétrico: de maneira simplificada, o efeito fotoelétrico consiste na emissão de um grande número de elétrons de um material, geralmente metálico, quando exposto à radiação da luz.

Esse efeito já havia sido constatado pelo físico francês Alexandre Becquerel, em meados do século XVIII. Becquerel demonstrou que alguns materiais podiam  gerar uma corrente elétrica ao serem expostos à luz.

Albert Einstein publicou, em março de 1905, um artigo onde sustentava que um raio de luz não deveria ser tratado como uma onda, mas sim como um complexo de partículas de energia que se espalham pelo espaço.

O efeito fotoelétrico, então, é dado pela absorção de um fóton de luz por um elétron do material, que utiliza parte dessa energia na sua liberação e o restante resulta em energia cinética de emissão desse elétron do material.

Todo esse processo constituído por Einstein foi de suma importância para a criação da primeira célula fotovoltaica capaz de gerar uma corrente elétrica suficiente para alimentar um equipamento elétrico, o que acabou por viabilizar a criação de tecnologias para a produção de energia solar como conhecemos hoje.

POR: DIANA DANIELE

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