O ramo da energia solar ganha cada vez mais espaço nos lares e comércios brasileiros.

Já difundida amplamente por todo mundo, em países como Japão e Alemanha, cresceu exponencialmente no Brasil a partir do ano de 2019, com acréscimo de 70% no ano de 2020 apesar da pandemia do novo Coronavírus.

Fatores como a crise hídrica e os constantes aumentos na conta de luz, tornaram a instalação de painéis solares uma saída segura e rentável para os consumidores, garantindo fornecimento de energia contínuo e diminuindo expressivamente os gastos com energia elétrica.

De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), no mês de setembro de 2021 foi atingida a marca de 600 mil sistemas de geração de energia solar instalados. Ainda, segundo levantamento do Ministério de Minas e Energias, em 2021 a energia solar já representa 2,1% de toda a oferta de energia elétrica no país, enquanto em 2020 esse percentual esteve em 1,7%.

A potência das unidades geradoras instaladas no Brasil soma atualmente 6,8 Gigawatts, o suficiente para atender cerca de 4,5 milhões de residências populares. Para se ter uma ideia, a potência total instalada em Itaipu, a maior hidroelétrica do país, é de 14 Gigawatts.

Outro importante quesito para o aumento da busca e confiabilidade no uso da energia solar é a disponibilização de financiamento para a aquisição de equipamentos e instalação dos sistemas fotovoltaicos. De acordo com o Estudo Estratégico de Geração Distribuída realizado pela Grenner, em 2021 o financiamento bancário já representa 54% das modalidades de pagamento dos projetos de geração de energia solar instalados no país.

No cenário mundial, conforme dados da BloombergNEF (BNEF), até 209 GW de capacidade solar fotovoltaica poderão ser instalados no mundo em 2021, em razão do fortalecimento, em grande parte dos principais mercados, da atividade de construção. O número de novas instalações deverá continuar crescendo nos próximos anos, com a BNEF prevendo 221 GW acrescentados em 2022 e 240 GW em 2023.

POR: DIANA DANIELE

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