Segundo o Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), a crise hídrica vivenciada pelo Brasil é a maior desde o ano de 1931, ou seja, nosso país enfrenta uma das mais graves baixas nos reservatórios dos últimos 90 anos.

Com uma forte dependência das hidrelétricas, o custo de produção de energia se elevou consideravelmente no ano de 2021, fazendo com que o governo federal acionasse a bandeira vermelha patamar 2 em todo o território a partir do mês de junho.

Atualmente, o valor fica em torno de R$ 9,49 a cada 100 kWh consumidos. A falta de chuvas, a importação de energia da Argentina e Uruguai e a ativação de termelétricas são fatores chaves na distribuição de luz elétrica, acabando por encarecer a conta para o consumidor final.

À vista disso, é necessário ressaltar a importância do uso de energias renováveis, como a energia solar, ainda pouco explorada como alternativa para suprir a crescente demanda por energia no Brasil.

Além de ser totalmente limpa e renovável, o sol é fonte incessante e inesgotável de luz, o que garante a geração de energia elétrica pelos 365 dias do ano. Dessa forma, a energia solar fotovoltaica opera continuamente durante 25 anos, tempo de vida útil estimado dos painéis solares.

Ainda, é uma fonte de energia silenciosa, barata, com baixo custo de manutenção, retorno rápido do valor investido e até 95% de economia na conta de luz.

Ao contrário das hidrelétricas, a energia solar não polui o meio ambiente, e proporciona estabilidade na geração de energia, mantendo um valor justo para o consumidor final, uma economia equilibrada, a democratização da distribuição de energia e por último, mas não menos importante, a preservação do meio ambiente, para que, além de assegurar o acesso à uma energia limpa e renovável, as gerações futuras possam desfrutar de um meio ambiente saudável.

POR: DIANA DANIELE

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